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terça-feira, 26 de outubro de 2010

NOITE E TRISTEZAS























E vem a noite
me trazendo o medo,
sossego abalado...
Lamentos,
tristezas
porque tu
não estás aqui ...

6 comentários:

reltih disse...

no puedo hacerme a una idea concreta de tus escrito, (sólo sé que deben ser muy dulces) ya que no entiendo palabras. por favor, sin el animo de ofenderte. puedo pedirte que coloques un traductor, si, por favor, si.
un abrazo

SolBarreto disse...

E uma sensação ruim mesmo a ausencia de quem amamos...

Hanukká disse...

Olá, boa noite, vim dá uma rápida passadinha e deixar um abraço.

Entrego meu caminho ao Senhor
Por fé Ele realizará o desejo do meu coração
Porque se eu andar na sombra...
e mil caírem a minha direita
e outros tantos a minha esquerda eu não serei atingido
Ainda sei que Sua vara e Seu cajado me consolam
Sendo que o justo vive pela fé, Ele é meu amparo
Eu descanso a sombra do onipotente
Grandes maravilhas fará o Senhor por mim,
por isso estarei alegre
Os pensamentos do Senhor, são grandes,
seus sonhos são insondáveis
Ainda mais,
as suas misericórdias se renovam a toda manhã
Como Seu sonhar é maior que o meu,
entrego sim meu caminho ao Senhor,
e o resto Ele fará.
Que tudo seja em honra e glória do Seu nome.
amém.

reltih disse...

"Y viene la noche
traerme el miedo,
calma sacudido ...
Se lamenta
penas
porque tú
no está aquí ..."

estoy escuchando un jazz... y tu lírica... y tu lírica mueve sentidos... precioso, precioso pensamiento, muy dulce y delicado.

Inominável Ser disse...

Melancolia da mais linda harmonia poética, Cria, sua poesia está melhorando a cada dia.

João Lenjob disse...

Oi, obrigado pela visita e comentario no blog, mas peço que veja o Castelo, http://castelodopoeta.blogspot.com e comente lá da entrevista da Sandra, do video da Bianca e do poema da Ira. Tá muito legal.

João Lenjob

Renascimento
João Lenjob

Num jardim que por meu destino alcancei
Vibrante e com gigantesca beleza
Perdi-me no sereno olhar de uma flor
Que irradiava num sorriso discreto
Suas pétalas doces e macias, suavez
O foco finitou-se em tão belo ser
O mundo diminuia na maior das belezas
Meu olho nada mais via, queria, sonhava
Meu peito sentia um incômodo acelerar
Na insensata intensidade de meu seintir
A minha vida deu ar de renascimento.